segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Simbologia e Mitologia dos Planetas - Conclusão



JÚPITER: Júpiter é o impulso de expandir a consciência para compreender e saber, aprofundar para maturar. É a expansão através do crescimento, seja ele físico ou intelectual. É a capacidade de compreender e de saber, é o amor à liberdade.

Seu símbolo é um semicírculo (mente ou espírito humano), em cima de uma cruz (a matéria). Indica o desenvolvimento do espírito humano e a expansão da consciência fora da experiência física.

Na china acreditava-se que Júpiter gerava o poder de cada grupo de constelação que percorria.

Igual que a astrologia européia, ele era considerado um feitor divino das leis em sintonia com a administração humana da autoridade e do mundo terreno. Na crença popular chinesa, Júpiter aparece como um nobre oficial da nobreza ou magistrado, quer dizer, como o representante local da autoridade imperial de cada uma das cidades chinesas.

Na mitologia mesopotâmica, Júpiter era o planeta Marduk, o deus patrono da babilônia. Nos princípios, Marduk foi uma deidade agrícola associado ao poder fertilizante da água.

A epopéia mesopotâmica da criação proporciona uma imagem mais completa de Marduk. As primeiras quatro gerações de deuses foram criadas a partir do casal primitivo, o deus Apsu e a deusa Tiamat. Sua descendência foi tão irritante e ruidosa que Apsu quis destruí-la para seguir dormindo. Ea, um dos descendentes descobriu e matou Apsu.

Entretanto, Tiamat, sedenta de vingança, mandou uma horda de monstros horripilantes para matá-los. Os deuses pareciam condenados até que Marduk, filho de Ea, respondeu a chamada de seu pai para que o ajudasse. Marduk aceitou salvar os deuses se lhe fosse outorgado a autoridade suprema.

Reunidos em assembléia, os deuses quiseram que ele passasse por uma prova antes de submeterem-se a semelhante condição. Foi colocada uma constelação entre eles e, então, os deuses pediram a Marduk que a destruísse e a recriasse de acordo com sua vontade.

Ele falou e a constelação se desvaneceu. Ele falou outra vez e a constelação foi recriada.

Perante tal fato, os deuses se regozijaram e o chamaram de rei.

Desde então, ele passou a ser reconhecido como o Pastor de Estrelas.

Ele capturou os monstros de Tiamat e assassinou a deusa primigênia. Marduk partiu em dois seu cadáver como se fosse um peixe e converteu as duas metades no céu e na terra.

Do seu escarro foram feitas as nuvens, o vento e a chuva. Uma das primeiras medidas de Marduk foi a designação de três regiões aos deuses Aun, Enlil e a seu pai, Ea, constituindo assim a Grande Trindade.

Júpiter procede da versão romana da deidade grega de Zeus.

Zeus é o deus supremo da Grécia, é a personificação do céu luminoso. Ele é o pai de muitos outros deuses e é o único que tem poder indiscutível sobre todos os outros deuses.

Ele é filho dos titãs, Cronos e Reia, é irmão de Hera, Poseidon e neto de Urano.

Os oráculos são os porta-vozes de sua vontade. A esposa legítima de Zeus é a deusa Hera, porém ele se relacionou com várias outras deusas, ninfas e mulheres mortais.

Ele é o transformista do amor que seduziu a Antílope disfarçado de sátiro, a Leda como um cisne, a Europa como um touro, e a Dânae como uma chuva dourada.

Métis, Têmis, Mnemosina, Deméter, Leto e outras foram objeto de seu amor.

Ele congregava ou dispersava as nuvens e lançava raios, também fazia cair a chuva fecundante.

Era o deus do altíssimo que era adorado em lugares elevados. Entre seus atributos estavam o cetro, o raio e a águia. Dono do mundo, pai dos deuses, era eterno, onisciente, onipotente, sendo, todavia, submetido ao Destino.

Dele emanava o poder dos reis, das leis, das sociedades, da propriedade, do matrimônio, da hospitalidade e da justiça.

SATURNO: Saturno representa a tendência de desenvolver a autodisciplina, a ser consciente de si mesmo.

Ajuda a pensar com claridade, com lógica e provê capacidade de concentração.

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Seu símbolo é o oposto do símbolo de Júpiter, ou seja, uma cruz em cima do semicírculo.

Significa que prima à matéria física sobre o espírito humano para que este possa alcançar seu desenvolvimento e ter a consciência de si mesmo. Às vezes esse símbolo pode ser associado com a guadanha do deus Cronos, o do Tempo.

Na China ele é visto como o representante da Terra, o elemento central entre os cinco entes.

O nome chinês de Saturno é “Estrela Mitigante”, e ele possui a conotação do exorcismo, indicando que se pode buscá-lo para ajudar a expulsar demônios. Na astrologia chinesa ele toma a forma de um ancião.

Na mitologia mesopotâmica, o planeta pertence ao deus Ninurta, irmão de Nergal (Marte).

Entretanto, as semelhanças entre esses deuses guerreiros eram tantas que era comum os confundirem como sendo uma só entidade. Ninurta se converteu em um deus com poderes extraordinários depois de haver resgatado as tábuas do destino que haviam sido roubadas de Enlil pelo dragão do vento Zu, aliado das forças do Caos.

Como sinal de gratidão por sua coragem e êxito, os deuses outorgaram a Ninurta a guardiã das tábuas, de tal maneira que ele se converteu no previsor do próprio destino, configurando uma linha significativa em Saturno, o astrólogo seguinte.

Saturno era associado às armas e frequentemente era representado com uma águia, em algumas vezes era uma águia bifronte que olhava de lados opostos. Posteriormente, a tradição lhe asignou uma associação solar.

Os astrólogos mesopotâmicos chamaram Saturno de “A Estrela de Hélios”, o Sol.

Os egípcios o chamaram de Seb, o deus da terra, mas para eles também significava o tempo. Na mitologia egípcia ele é descrito como um velho segador que leva uma guadanha e um relógio de areia como símbolos de morte ou do fim da vida e do tempo.

Na mitologia romana ele era o deus da agricultura, posteriormente identificado nas lendas com o deus Cronos, o senhor do tempo. Ele pertence à geração anterior aos deuses do Olimpo.

Saturno era um dos treze titãs e filho menor de Urano e Gaia, as personificações do céu e da terra. Tiveram muitos irmãos, os primeiros foram os três Hecatônquiros, os monstros de cem mãos e cinquenta cabeças a quem Urano aprisionou em um lugar secreto.

Gaia tratou de resgatá-los e pediu ajuda a seus outros filhos, incluindo os ciclopes, porém apenas Cronos acudiu em sua defesa. Ele venceu Urano e converteu-se no regente do Universo.

Apesar de sua vitória Cronos precisou da permissão de seu irmão Titã, o primogênito, para reinar.

O fato é que Gaia adorava seu filho Cronos que, à custa de muitos jogos, súplicas e caricias, conseguiu que Titã cedesse a coroa em troca de que Cronos matasse toda sua descendência para que algum dia o poder recaísse de novo sobre algum dos titãs.

Cronos e sua irmã, a rainha Reia, foram os pais da metade dos deuses e deusas que formaram originalmente o Olimpo.

Cronos devorava seus filhos enquanto Reia os paria. Reia furiosa pare um terceiro filho na escuridão da noite, Zeus, e o entrega a Gaia para que ela o cuide.
Então, Reia entrega a Cronos uma pedra para que ele a devorasse, fazendo-o crer que é seu filho.

Ele é Zeus (o Júpiter dos romanos) que destrona seu pai e estabelece a lei suprema. Após ter sido destronado, Cronos fugiu para Itália onde governou durante a idade de ouro, um tempo de paz e felicidade absoluta.

Durante as festas saturnais, em cada 17 de dezembro se rememoravam a idade de ouro durante sete dias.

A festa marcava o solstício de inverno quando o sol entra no signo de Capricórnio, cujo regente é saturno.

Durante os três dias de festa os negócios eram suspensos, não se castigavam aos delinquentes e uma licença extraordinária era concedida aos escravos, além de ocuparem um lugar preferencial na mesa familiar e serem servidos por seus amos. Era um período de boa vontade dedicado aos banquetes e ao intercâmbio de visitas.

É considerada a origem pagã das festas de natal, por seus costumes de acender velas e trocar presentes.

Saturno era esposo de Ops, deusa da abundância. Além de Júpiter, que era o soberano dos deuses, entre seus filhos estavam Juno, deusa do matrimônio, Netuno, deus do mar, Plutão, deus dos mortos, Ceres, deusa dos cereais, e Vesta, deusa do lar. Nas artes costuma-se representar Saturno com barba segurando uma foice e uma espiga de trigo.

URANO: Urano representa a necessidade de sentir-se livre de todo tipo de responsabilidade para progredir mais além das fronteiras físicas e psíquicas em direção a uma nova dimensão da Realidade. Ele simboliza a ruptura com a tradição e o desenvolvimento de algo novo, a originalidade, e as mudanças drásticas e repentinas.

Seu símbolo é formado por dois semicírculos unidos por uma cruz sobre um círculo.

Originalmente foi um H, tal como a inicial do sobrenome de seu descobridor, Sir William Herschel. Uma curiosidade é que as primeiras antenas de televisão, as quais estão regidas por Urano, tinham a forma quase exata desse símbolo. O mesmo indica originalidade, decisão, avanço. O símbolo de Marte, que se encontra encerrado pelos dois semicírculos, implica o desenvolvimento necessário para o desenvolvimento da alma para que estas faculdades se manifestem.

Na mitologia grega, Urano nasce de Gaia sem a intervenção de nenhum elemento masculino. Posteriormente ele se uniu a ela e tiveram vários filhos enormes e monstruosos: os seis Titãs e os seis Titânides, os Ciclopes e os Hecatônquiros.

Urano aprisionou seus filhos nas profundidades da terra porque tinha medo de que alguns de seus filhos tão enormes e poderosos lhe arrebatassem o poder. Gaia ajudou que seus filhos se rebelassem contra seu pai e deu uma foice de pedra ao Titã Cronos.

Cronos atacou seu pai e o castrou com a foice que Gaia lhe deu.

Do sangue e do sêmen de Urano que caíram no mar, nasceu Afrodite e da parte que caiu na terra nasceram os gigantes e as Erinias. Juntamente com Gaia ele foi o artífice de duas famosas profecias: a que avisava a Cronos que um filho seu o destronaria, que se cumpriu, e a que avisava a Zeus que o segundo filho que tivesse com sua prima Métis o destronaria. Essa última profecia não se cumpriu porque, antes que nascesse o primeiro filho, Zeus o tragou e de sua cabeça nasceria Atenéia.

NETUNO: Netuno simboliza as ânsias de dissolver os limites que fazem do falso ego material uma entidade a parte, e de experimentar a unidade espiritual com o resto da criação. Representa a sensibilidade e a compaixão, mas também a simpatia inconsciente, a apreciação estética, a fantasia, a imaginação e o idealismo.

O tridente do deus Netuno é um semicírculo, ou seja, o espírito humano em evolução que transcende o físico por cima da cruz.

Netuno foi personificado como o deus romano do mar, que para os gregos foi Poseidon, e para os Hindus foi a divindade marinha Varuna.

Originalmente era o deus das fontes e das correntes de água. Na mitologia grega era Poseidon, o deus do mar, filho de Cronos e de Reia.

Quando dividiu com seus irmãos a herança paterna, sua parte foi o império das águas. Ao nascer, sua mãe o salvou de ser devorado por seu pai, entregando-o a uns pastores que o criaram como um filho. Ele forma parte da primeira geração dos deuses do Olimpo junto com seus outros irmãos, Deméter, Héstia, Hera, Hades e Zeus.

Sua morada era no mar Egeu e ele viajava em uma carruagem puxada por cavalos-marinhos. Quando jovem tentou conspirar contra Zeus, porém este o expulsou do Olimpo e o converteu em um simples mortal. Nessa época, Poseidon trabalhou com Apolo na construção de diques enormes que detiveram as ondas que assolavam Tróia por ordem de Laomedonte.

Porém, Laomedonte se recusou a pagar o soldo acordado e Poseidon enviou a Tróia um terrível monstro marinho que devastou a cidade, estendendo seu ódio até a guerra quando ficou do lado dos gregos.

Perseguiu Ulisses implacavelmente por haver matado seu filho, o ciclope Polifemo. Por esposa se interessou por Anfitrite, formosa ninfa filha do Oceano, só que ela se negou a casar-se com um ser que lhe parecia profundamente repugnante, por mais que Poseidon se mostrasse amável e correto. Entretanto, a tristeza de Poseidon foi resolvida por um jovem golfinho que convenceu Anfitrite a casar-se ao mostrar-lhe toda glória e riqueza que teria caso se casassem com o deus dos mares.

Ao final ela o aceitou e logo deu a Poseidon um filho, Tritão, metade homem metade peixe, cujo atributo era uma ressoante concha de caramujo. Os outros filhos, frutos de outras relações com ninfas de fontes e mananciais, foram o gigante Órion e o Ciclope Polifemo, famoso por sua selvageria e crueldade.

Com Gaia ele teve dois filhos, Caríbdis e Escila que habitavam o estreito de Mesina.

Caríbdis se transforma em um receptáculo que engolia as naves três vezes ao dia. Escila foi transformada por Circe em um monstro de seis cabeças espantosas que emergiam das ondas para devorar os navegantes.

Além disso, o famoso cavalo alado, Pégaso vem de sua relação com a Medusa Górgona.

Ele também manteve relações sexuais com Afrodite em gratidão a ela por sua defesa perante Hefesto.

Com o passar do tempo ele se reconciliou com Zeus e trabalhou incansavelmente pela ordem do mundo marinho que lhe havia sido confiado. Poseidon era o deus dos mares e também dos rios, dos lagos, das fontes e das ilhas que rodeavam. Enfim, seus poderes chegavam a todos os cantos do planeta.

Ele brigou constantemente com outras divindades para ser o patrono de várias outras cidades importantes da antiguidade, saindo como perdedor na maioria das vezes. Perdeu Atenas para Atenéia, a cidade de Argos para Hera, Corinto para Hélios, o deus Sol. Poseidon lutou ao lado de Zeus na guerra contra os Titãs.

Poseidon enviou à Ática o terrível touro de Maraton e à Creta o pai do Minotauro.

Lutou ao lado de Zeus na guerra contra os Titãs e era tão digno quanto ele, porém com menos poder.

Poseidon tem barba e possui uma figura majestosa. Ele leva um tridente e quase sempre está escoltado por um golfinho. Também aparece em um carro puxado por criaturas marinhas exóticas e vem rodeado de tritões que anunciam sua chegada com um instrumento musical que produz um tipo de melodia alta e forte.

PLUTAO: Plutão simboliza o subconsciente e está ligado às mudanças bruscas, a destruição, a regeneração e a transformação. Plutão provoca a desestruturação interna que, inexoravelmente, nos impulsiona a seguir adiante e nos despojar dos velhos modelos para abrir caminho aos novos. Esse é o planeta das mudanças profundas e da transformação individual a nível psíquico, que atua desde o mais profundo de nós e se move em direção à superfície.

Originalmente seu símbolo foram as iniciais PL de Percival Lowell, que foi o astrônomo que o descobriu.

Depois, vários outros símbolos foram usados, porém o mais difundido até agora é um semicírculo ao redor de um pequeno círculo e abaixo uma cruz. O astrólogo Marc Edmund Jones definiu esse símbolo como “a alma concebendo o espírito fora da matéria”. Há também quem o interpretou como sendo uma semente (círculo) em um receptáculo, a força criadora da concepção.

O Nome Plutão vem da mesma palavra grega, “Plutón” que significa riqueza, assim como a denominação dada ao senhor da morte e dos infernos. Como os metais preciosos usados para a fabricação das moedas que formavam a base da economia mundial eram extraídos das profundezas da terra, seu nome parece ter sido bem escolhido.

Na Realidade, os gregos o chamaram de Hades, como o deus do Averno, mas por temor em pronunciar seu nome, no cotidiano o chamavam de Plutão, considerado o que dava riquezas.

Ele era filho de Cronos (Saturno) e de Reia, irmão de Zeus (Júpiter) e de Poseidon (Netuno). Eram associados a Plutão os crimes de roubo, de dinheiro e de sexo. Ele obteve o poder do mundo subterrâneo na partilha pelo universo após haver derrotado seu pai juntamente com seus irmãos.

Coube a ele a pior parte por ser o irmão mais novo da família. Na tarefa do domínio dos Infernos ele foi ajudado por Caronte, que levava as almas dos mortos em sua barca, mediante pagamento prévio de uma moeda, e por Cérbero, monstro de três cabeças e rabo de dragão, que não permitia a entrada de nenhum ser vivo aos Infernos e nem a saída de nenhum morto ao mundo dos vivos.

Ele levava um capacete que fazia dele e de seus corcéis negros invisíveis ao subir à Terra. O mundo dos mortos era divido em duas partes: Érebo, onde os mortos entram quando falecem e Tártaro, a região mais profunda, famosa por ser a eterna morada dos titãs. Tártaro era um lugar tétrico, escuro e funesto, habitado de formas e sombras desfiguradas, custodiada por Cérbero. Havia rios horrendos que separavam o Hades da terra, por onde passava o ancião Caronte.

O palácio do deus Hades estava situado em algum lugar desse mundo tétrico. Tinha muitas portas e almas penadas lúgubres. Era nos infernos que as ações dos mortos eram julgadas e seu destino decidido. As boas almas iam para os Campos Elísios, uma espécie de paraíso, e as más iam para o Tártaro, onde sofriam uma tortura eterna.

Hades era considerado um deus cruel e inflexível, indiferente aos pedidos e difícil de ser apaziguado com sacrifícios. Por esse motivo era o deus mais odiado pelos mortais. Quando se apaixonou pela filha de Deméter e Zeus, Perséfone (conhecida como Proserpina pelos romanos), a raptou e a levou ao seu reino.

A fez rainha de seus domínios como única maneira de romper seu celibato. Sofrendo de grande tristeza Deméter causa grandes catástrofes na terra, e Zeus obriga Hades a devolver Perséfone a sua mãe.

Porém, Perséfone havia provado dos frutos dos Infernos e sentia nostalgia de seu marido e de seus domínios.

O veredicto final foi que ela passaria alguns meses na Terra com sua mãe (verão e primavera) e outra temporada nos Infernos (Deméter entristece e a terra não produz frutos, seria o outono e o inverno).
Na crendice popular que se seguiu, os aspectos mais agradáveis e dadivosos desse deus foram acentuados. Acreditava-se que era ele quem outorgava os benefícios ocultos da terra tais quais as riquezas minerais e as colheitas, motivo pelo qual ficou conhecido como Dis u Orcus, o doador de riquezas.

É possível que a descrição do palácio dos mortos tenha algo a ver com o fato de que Plutão seja o guardião da porta do tempo e do espaço, e não Saturno.



MM

fonte:

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