sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Técnicas de Concentração


CONHECENDO O ASSUNTO:

Diferença entre Meditação e Concentração:

A Concentração requer somente o uso da mente; a Meditação exige a participação de todo o ser. 

Concentração: Segundo a definição dada pelo livro yoga Aphorisms, de Patanjali, é ter toda a mente fixada sobre um objeto e...

Meditação: é uma corrente contínua de pensamentos a respeito desse objeto.

Na concentração faz-se a análise material e na meditação transpõe-se os limites das observações terrenas.

Os graus de concentração e meditação variam de indivíduo para indivíduo. Uns só conseguem fixar a mente durante poucos instantes; outros podem fazê-lo por horas a fio. 

Infelizmente, a arte de concentrar-se é pouco cultivada e raramente ensinada no ocidente, onde tudo é feito para proporcionar constantes distrações ao espírito. Sobrecarregada de idéias superficiais e inúteis, nossa mente perde a faculdade de concentração e discernimento. Como resultado, a maioria das pessoas não chega a formar o hábito de pensar por si própria, de tomar decisões e resolver seus problemas.

Dicas para Meditar:

Para conseguir meditar, deve-se, em primeiro lugar, desenvolver a habilidade de concentração e conservar a mente canalizada numa só direção. O primeiro passo para meditar será praticar as posturas yogas, a respiração profunda e o relaxamento. Aquele que não tiver controle sobre seu corpo não poderá pretender usar corretamente o espírito, não saberá concentrar-se e muito menos meditar - diz Swani Paramananda no livro Concentration and Meditation.

Como praticar?

Para vivenciar os benefícios da meditação é necessário praticá-la regularmente. Como ocorre com qualquer atividade, não é possível obter bom êxito a não ser que dediquemos nossa energia a ela. Tente meditar todos os dias ou várias vezes durante a semana. Se deixar semanas ou meses se passarem sem meditar, perderá a prática e achará tudo extremamente difícil quando tentar novamente.

Local pra meditar:

Reserve um canto especial para as sessões de meditação. Prepare seu assento, seja almofada ou chão, cama, sofá ou até uma cadeira de espaldar reto; coloque uma mesa ou um banco baixo na sua frente para colocar livros que possa precisar para meditar. Torne o local mais agradável quanto possível.

Que seja limpo, tranquilo e que seja um lugar que se sinta contente de estar lá. Se preferir, pode fazer um altar colocando figuras que inspirem, velas, incenso etc. O que importa é que você cerque de coisas que sejam propícias a uma boa meditação, de tal forma que você não veja a hora de retornar a esse local.

Tempo:

No início, é melhor meditar por períodos curtos - de 10 a 30 min - e finalizar a sessão enquanto a mente e o corpo ainda estiverem tranquilos e dispostos. 

Se você forçar meditar por um tempo demasiadamente longo, e se levantar do seu lugar com o corpo dolorido e a mente frustrada, não terá muito interesse em se sentar para meditar novamente.

Posturas para Concentração ou meditação:

Deitado ou sente-se com as pernas estendidas, dobre o joelho esquerdo colocando a sola do pé contra a coxa direita, em seguida, dobre o direito sobre o osso púbico; conserve as mãos sobre os joelhos, com as palmas das mãos voltadas para cima, se for feita no sol, e para baixo se for depois que o sol tiver se posto. As costas retas, relaxadas e ligeiramente aprumadas, como se as vértebras fossem uma pilha de moedas. Os olhos, para os iniciantes, devem ser fechados pois facilita a concentração. Mas com o tempo deve tentar deixá-los ligeiramente abertos para entrar um pouco de luz e evitar a preguiça. O maxilar, boca e lábios devem ser relaxados e dentes ligeiramente afastados. A ponta da língua deve tocar o céu da boca, atrás dos dentes superiores. 

Isso reduz o fluxo de saliva e, dessa forma, a necessidade de engolir, pois esses são obstáculos à medida que a concentração aumenta.


Dicas de Concentração

Retiradas da comunidade do Orkut: Meditação.

A dica que damos é começar a fazer um treinamento diário de concentração. Por isso, procure reservar, pelo menos, entre 5 a 15 minutos do seu dia para isso. Não aconselhamos a tentar meditar ainda porque, antes de mais nada, é preciso que tenha uma concentração razoável.

A concentração é a capacidade de abstrair-se num ponto, focar um alvo e mantê-lo pelo tempo que desejar. Por isso é uma tarefa muito difícil que exige muito controle mental. Ao tentar a concentração, vai notar que não conseguirá por muito tempo, pois divagará noutros pensamentos que invadirão sua mente, sem serem convidados. A mente discursiva, tagarela, não para nunca de produzir formas-pensamento.

DICA 1:

1 - Mentalmente, inicie uma contagem 1 até 10 da seguinte forma, sempre casando dois números extremos: 

1 e 10; 2 e 9; 3 e 8; 4 e 7; 5 e 6; 6 e 5; 7 e 4; 8 e 3; 9 e 2 e finalmente 10 e 1. 

Depois aumente a seqüência 1 até 20 e procure fazer chegar de 1 até 100.

2 - Mentalmente faça o mesmo, só que com letras A-Z, B-X, C-V. Com nomes conhecidos por exemplo: BRASIL = B-L; R-I; A-S. Nome cuja soma seja impar sobrará a letra do meio, tente descobri-la antes de começar.

3 - Concentre-se no tic-tac de um relógio e, aos poucos, aumente o som de alguma música até ficar bem alto e tente continuar escutando o som do relógio.

Existem outras técnicas também, mas esse texto ficaria muito longo... Uma outro dica é tentar fazer algumas posições com o corpo que exijam equilíbrio; isso irá estimular a sua concentração.

DICA 2:

Que tal também tentar uma outra maneira bem tranquila e relaxada para iniciar? Apenas sente-se confortavelmente e não faça nada. Isso mesmo. Nada. Não focalize o pensamento em lugar algum ou em coisa alguma. Apenas sente-se e permita-se ficar ali. Fique como observador de você mesmo, apenas observe-se. Por incrível que pareça, pode ser bem difícil no início. Comece com uns 5 minutinhos. 


É a ação na não-ação budista, onde não se apega a um objetivo para enfim alcançá-lo.


DICA 3:

Um dos melhores exercícios para mim é ficar sentado no escuro olhando para uma vela acesa durante, mais ou menos, um minuto. Depois você fecha os olhos e a imagem da vela vai estar na sua mente; tente se concentrar nesta imagem e não deixar ela sumir. Funciona comigo e é bastante relaxante, chega-se muito perto do que deva ser a meditação.

DICA 4:

MANTRA!!!

Repetir canções como os indianos que ficam repetindo o Mantra "Om Namah Shivaya", de preferência cantado e em uma "raga" (melodia) bem suave. O som de tambura também ajuda. Bons CDs de Mantra não são difíceis de encontrar, mas, se você puder, eu sugiro os de Siddha Yoga - visite um centro de meditação Siddha Yoga.

DICA 5:

Sente-se com a coluna ereta e preste atenção no entrar e sair do ar das narinas, ou no movimento do abdômen durante a respiração. Se facilitar, conte cada inspiração e expiração até 10. Se você se distrair, volte para o um. E não desanime, a gente é distraído mesmo.

DICA 6:

Encostar a ponta da língua no céu da boca...
Sentar na posição de lótus.

DICA 7:

As dicas acima são para melhorar a concentração. Após passada essa etapa, todas as dicas abaixo são para a prática direta da concentração. Tente encontrar uma na qual melhor se adapte e que você terá mais facilidade:

Símbolos ou objetos: nesse tipo de concentração, fica mais fácil começar imaginando algum símbolo ou objeto simples que não contenha muitos detalhes; quanto mais detalhes, maior terá que ser a sua concentração. Ex: o símbolo do ôm, a chama de uma vela, um sol, uma lua, círculo, triângulo, etc.

Mantras e sons: nesse tipo, você pode se concentrar num mantra ou em um som. Fica mais fácil se esse som for contínuo ou repetitivo, sem melodias; assim, você satura a mente e ela entra em meditação

Som Interiores: Uma outra técnica é prestar atenção nos ruídos internos do seu corpo, isso é bem legal. Com o tempo, você percebe que lá dentro existe uma verdadeira orquestra sinfônica. Exemplo: Zumbido no ouvido, respiração, batidas do coração, sangue circulando, sons estomacais.

RESPIRAÇÃO: Uma das melhores técnicas para prender a atenção é ouvir o pulmão trabalhando (encher e esvaziar).

Todos os dias surgem novas técnicas de "meditação", prometendo relaxamento, paz interior etc. 

É meditação da flor de Lótus, meditação do globo azul, meditação da luz dourada e etc.

Porém, o professor de Yoga explica que não é nada disso, e as pessoas fazem uma tremenda confusão. "Isto que é chamado de 'tipos de meditação', é, na realidade, a preparação à meditação - o chamado dharana, que é o estado de "concentração" (Dharana é o sexto estágio do Raja Yoga). 

É importante ressaltar que todas estas técnicas são importantes, pois sem a concentração é impossível chegar ao estado de meditação. 

A concentração ou dharana é um exercício da mente para focá-la num único objeto, para que a pessoa possa abstrair-se e não pensar mais, só observar.

- TÉCNICA DE CONCENTRAÇÃO 01:

Retenção da imagem: Relaxe, acalme sua mente e olhe para uma vela ou lâmpada. Coloque essa luz à sua frente, a alguns centímetros de distância, e observe-a fixamente durante um minuto ou dois. Feche os olhos e concentre-se na pós-imagem que isso gerará atrás de suas pálpebras fechadas. Tente e mantenha a visão dela durante o maior tempo possível. Use a percepção da respiração para manter a mente limpa, enquanto faz isso. Tente e faça a imagem crescer, ao invés de desaparecer.

- TÉCNICA DE CONCENTRAÇÃO 02:

Fitar um ponto: Escolha um ponto na parede e olhe para ele. Não focalize-o, apenas olhe para ele gentilmente. Limpe sua mente de todos os pensamentos e mantenha-a forçosamente vazia. Concentre-se muito na percepção da respiração enquanto estiver fazendo isso. Quando sentir um pensamento surgindo, livre-se dele, não deixe-o terminar! Mantenha isso durante quanto tempo conseguir. Faça isso diversas vezes ao dia, ou mais se puder.

APRENDA A VISUALIZAR

Técnica: Desenvolvendo a Visualização Criativa 

Autor: Valter Cichini Jr.

Uma ferramenta muito utilizada e conhecida por todos aqueles que participam, participaram ou conhecem os grupos de meditação é a famosa Visualização Criativa. Hoje essa técnica é tão importante que existem grupos estudando sua eficiência até no auxílio do tratamento ao câncer.

Participando de grupos de meditação há alguns anos, fica muito evidente a dificuldade enfrentada por algumas pessoas que se dispõem a realizar essas técnicas; em geral elas têm grande dificuldade em visualizar as imagens solicitadas pela voz que está conduzindo o trabalho. O que muitos desconhecem é que existe uma técnica bastante simples para desenvolver e aprimorar essa capacidade que todos nós temos.

O primeiro passo: É olhar e reter uma imagem. O processo consiste em olhar para um objeto tentando reter o máximo de detalhes pelo período de um minuto, em seguida fechar os olhos e visualizar o objeto com todos os seus detalhes também pelo período de um minuto. Esse processo deve se repetir em ciclos até que se consiga visualizar o objeto em todas as suas nuances.

Segundo Passo: Passando a primeira etapa, é lembrar e reter uma imagem, ou seja, você vai se lembrar de um fato anterior, de cada um dos detalhes que o envolveram. Procure se concentrar nos pormenores do cenário em volta, nas pessoas que estavam ao redor, na expressão facial delas e em toda riqueza de detalhes que conseguir.

Terceiro passo: Já passa a existir o elemento de criação, o exercício da criatividade que existe dentro de cada um de nós. Vamos usar essa criatividade e inventar uma imagem, colocar nela todos os detalhes possíveis, fixar o cenário, as cores, os objetos e ficar apreciando cada um desses detalhes dentro da imagem como um todo.

No quarto Passo: Estaremos incluindo o elemento sensação, vamos imaginar o corpo em bom funcionamento e sentir o que isso nos traz. Imaginemos, por exemplo, uma grande sensação de bem estar e na seqüência vamos sentir o que isso nos proporciona, observemos como nosso corpo reage a essas imaginações, como fica nossa respiração, entre outras coisas. Aqui já estaremos começando a experimentar o que a visualização criativa pode fazer por nós, como nosso corpo responde a esses estímulos.

No Quinto passo da técnica: Trabalharemos com objetivos e os transformaremos em símbolos; estaremos utilizando o que se conhece como tela mental. Vamos nos imaginar, por exemplo, com saúde ou prosperidade. Que imagem teria a saúde ou a prosperidade para cada um de nós? Note que nesse ponto a imagem é muito subjetiva, vai depender muito da vivência de cada um e de seus valores íntimos. Para um a prosperidade pode significar a realização de diversas viagens, para outro pode ser a aquisição de bens materiais e assim por diante. O importante é que a imagem represente o que se deseja para quem está utilizando a técnica.

Tendo passado pelos cincos passos com sucesso, a visualização criativa deixou de ser aquele terror, aquele bicho de sete cabeças que tanto incomodava, transformando-se em um aliado poderosíssimo da nossa caminhada. Podemos usar esse aliado no auxílio à cura de doenças, no trabalho da auto-estima, na busca de tranquilidade, de aumento de concentração, na superação de vícios - entre muitas outras coisas - nos tornando assim pessoas melhores, mais realizadas e, consequentemente, mais felizes.

Técnicas de Concentração usando os 5 Sentidos:

Autor: O RAFAEL (RaFaeL ZaNoN)

Exercícios de Concentração:

VISUAIS: Coloque alguns objetos à sua frente; por exemplo, um garfo, uma faca, uma cigarreira, um lápis, uma caixa de fósforos, e fixe o pensamento em um deles, durante algum tempo. Memorize exatamente sua forma, a sua cor. Depois feche os olhos a tente imaginar esse mesmo objeto tão plasticamente quanto ele é, na realidade. Caso ele lhe fuja do pensamento, tente chamá-lo de volta. No início, você só conseguirá lembrar-se dele por alguns segundos, mas, com alguma perseverança e a repetição constante de um exercício a outro, o objeto tornar-se-á cada vez mais nítido, e a fuga e o retorno do pensamento tornar-se-ão cada vez mais raros.

Não devemos nos assustar com alguns fracassos iniciais, e, se nos cansarmos, devemos passar ao objeto seguinte. No começo não se deve praticar o exercício por mais de dez minutos, mas depois deve-se aumentar a sua duração gradativamente até chegar a meia-hora. Para controlar as perturbações, devemos usar um cordão de contas ou de nós. A cada perturbação devemos passar para a conta ou nó seguinte, assim saberemos, posteriormente, quantas perturbações surgiram durante o exercício. Este será bem sucedido quando conseguirmos fixar um objeto no pensamento, sem interrupções, durante cinco minutos.

Depois de superarmos essa etapa, podemos prosseguir, tentando imaginar os objetos com os olhos abertos. Os objetos devem tornar-se visíveis diante de nossos olhos como se estivessem suspensos no ar, e tão plásticos a ponto de parecerem palpáveis. 

Não devemos tomar conhecimento de nada que esteja em volta, além do objeto imaginado. Nesse caso, também devemos controlar as perturbações com a ajuda do colar de contas. O exercício será bem sucedido quando conseguirmos fixar nosso pensamento num objeto suspenso no ar, sem nenhuma interferência, por, no mínimo, cinco minutos seguidos.

AUDITIVOS: Depois da capacidade de concentração visual, vem a capacidade auditiva. Nesse caso, a força de auto sugestão tem, no início, uma grande importância. 

Não se pode dizer diretamente: "Imagine o tic-tac de um relógio" ou algo assim, pois, sob o conceito "imaginação", entende-se, normalmente, a representação de uma imagem, o que não pode ser dito para os exercícios de concentração auditiva. Colocando essa ideia de um modo mais claro, podemos dizer: "Imagine estar ouvindo o tic-tac de um relógio". 

Para fins elucidativos, usaremos essa expressão; portanto, tente imaginar estar ouvindo o tic-tac de um relógio de parede. Inicialmente você só conseguirá fazê-lo durante alguns segundos, mas, com alguma persistência, esse tempo irá melhorando gradativamente e as perturbações diminuirão. O cordão de contas ou de nós também deverá ser usado para o controle. 

Depois, você deverá tentar ouvir o tic-tac de um relógio de bolso ou de pulso, a ainda, o badalar de sinos, nas mais diversas modulações. Faça outras experiências de concentração auditiva, como toques de gongo, pancadas de martelo batidas em madeira; ruídos diversos, como arranhões, arrastamento dos pés, trovões, o barulho suave do vento soprando a até o vento mais forte de um furacão, o murmúrio da água de uma cachoeira, a ainda, a música de instrumentos como o violino e o piano. 

Neste exercício, o importante é concentrar-se só auditivamente e não permitir a interferência da imaginação plástica. Caso isso aconteça, a imagem deve ser imediatamente afastada; no badalar dos sinos, por exemplo, não deve aparecer a imagem dos sinos, a assim por diante. O exercício estará completo quando se conseguir fixar a imaginação auditiva por no mínimo cinco minutos.

SENSORIAIS: É a concentração na sensação. A sensação pode ser de frio, calor, peso, leveza, fome, sede, e deve ser fixada na mente até conseguir mantê-la, sem nenhuma imaginação auditiva ou visual, durante pelo menos 5 minutos. Quando formos capazes de escolher a de manter qualquer sensação, então poderemos passar ao exercício seguinte.

OLFATIVOS: Em seguida vem a concentração no olfato. Imaginemos o perfume de algumas flores como rosas, lilases, violetas ou outras, e fixemos essa ideia, sem deixar aparecer a representação visual dessas flores. A mesma coisa deve ser feita com os mais diversos odores desagradáveis. Esse tipo de concentração também deve ser praticado até se conseguir escolher qualquer um dos odores e imaginá-lo por pelo menos cinco minutos.

GUSTATIVOS: A última concentração nos sentidos é do paladar. Sem pensar numa comida ou bebida ou imaginá-la, devemos concentrar-nos em seu gosto. No início, devemos escolher as sensações de paladar mais básicas, como o doce, o azedo, o amargo e o salgado. Quando tivermos conseguido firmá-las, poderemos passar ao paladar dos mais diversos temperos, conforme o gosto do aprendiz. 

Ao aprender a fixar qualquer um deles, segundo a vontade do aluno, por no mínimo cinco minutos, então o objetivo do exercício terá sido alcançado.

Constataremos que esta ou aquela concentração será mais ou menos difícil para um ou outro aprendiz, o que é um sinal de que a função cerebral do sentido em questão é deficiente, ou pelo menos pouco desenvolvida, ou atrofiada. A maioria dos sistemas de aprendizado só leva em conta uma, duas, ou no máximo três funções. 

Os exercícios de concentração realizados com os 5 sentidos fortalecem o espírito e a força de vontade; com eles nós aprendemos não só a controlar todos os sentidos e a desenvolvê-los, como também a dominá-los totalmente. Eles são de extrema importância para o desenvolvimento, e por isso não devem ser desdenhados.

Meditação na Prática:

Benefícios da meditação:
  • descanso físico, mental e emocional;
  • aumento da capacidade de concentração;
  • alívio do estresse;
  • desenvolvimento da capacidade de auto-controle;
  • desenvolvimento da presença e serenidade no dia-a-dia;
Meditação na Prática, segundo Dr. Deepak Chopra:

Trata-se se uma técnica simples de desencadear um estado de relaxamento profundo de corpo e mente. À medida que a mente se aquieta ¾ e permanece desperta ¾, você vai se beneficiar de um estado de consciência mais profundo e tranqüilo.
  • Antes de começar, encontre um local silencioso em que não vá ser perturbado.
  • Sente-se e feche os olhos.
  • Concentre-se na respiração, mas inspire e expire normalmente. Não tente controlar ou alterar a respiração deliberadamente. Apenas observe.
  • Ao observar a respiração, vai ver que ela muda. Haverá variações na velocidade, no ritmo e na profundidade, e pode ser que ela pare por um momento. Não tente provocar nenhuma alteração. Novamente, apenas observe.
  • Pode ser que você se desconcentre de vez em quando, pensando em outras coisas ou prestando atenção aos ruídos externos. Se isso acontecer, desvie a atenção para a respiração.
  • Se, durante a meditação, você perceber que está se concentrando em algum sentimento ou expectativa, simplesmente volte a prestar atenção na respiração.
  • Pratique esta técnica durante quinze minutos. Ao final, mantenha os olhos fechados e permaneça relaxado por dois ou três minutos. Saia do estado de meditação gradualmente, abra os olhos e assuma sua rotina.
  • Sugiro a prática da meditação atenciosa duas vezes ao dia, de manhã e no final da tarde. Se estiver irritado ou agitado, pode praticá-la, por alguns minutos, no meio do dia para recuperar o eixo.
  • Na prática da meditação você vai por uma de três experiências. Mas deve resistir à tentação de avaliar a experiência ou sua capacidade de seguir as instruções, porque as três reações são "corretas".
  • Você pode se sentir entediado ou inquieto, e a mente vai se encher de pensamentos. Isso significa que emoções profundas estão sendo liberadas. Se relaxar e continuar a meditar, vai eliminar essas influências do corpo e da mente.
  • Você pode cair no sono. Se isso acontecer durante a meditação, é sinal de que você anda precisando de mais horas de descanso
  • Você pode entrar no intervalo dos pensamentos... além do som e da respiração.
  • Se descansar o suficiente, mantiver a boa saúde e devotar-se todos os dias à meditação, você vai conseguir um contato significativo com o self. Vai poder se comunicar com a mente cósmica, a voz que fala sem palavras e que está sempre presente nos intervalos entre um pensamento e outro. Essa é a sua inteligência superior ilimitada, seu gênio supremo e verdadeiro que, por sua vez, reflete a sabedoria do universo. Tudo estará ao seu alcance se confiar na sabedoria interior.
Fonte: Dr. Deepak Chopra - Saúde Perfeita 

Extraído do sitehttp://www.espiritualismo.info/







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