terça-feira, 2 de agosto de 2011

Projeciologia - Viagem Astral I


EXPLICANDO O QUE É PROJECIOLOGIA

(Viagem Astral - VA)

Todos os componentes deste assunto serão explicados detalhadamente para dar a melhor compreensão possível. Por esta razão, iremos, passo a passo, estudando todo o conteúdo necessário para realizar uma Viagem Astral, conhecendo significados, meios, aplicações e efeitos.

Sinônimos: Viagem Astral (VA), Projeção Astral, Desdobramento, OOBE (Out of Body Experience), obelogia, Projeção da Consciência, voo Sideral, Voo Xamânico, EFC (Experiência fora do Corpo), mini-morte, expansão da consciência, emancipação da alma, etc.

Acontecimento: Quando dormimos, nosso cérebro, ao descansar, altera as ondas cerebrais, induzindo o corpo ao relaxamento muscular profundo. Neste momento, o corpo Astral sai do corpo físico para o plano astral onde carrega as baterias energéticas do duplo etérico com a energia prânica (energia vital, energia cósmica). Essa energia vitaliza as células dos corpos astral e físico.

Esse procedimento é natural e acontece com todos os seres que dormem.

Portanto, a Projeção Astral é um acontecimento parafisiológico. Não é religioso.

Como ocorre Esse Processo?

Para sair do corpo físico, o corpo astral (que possui em si alma, espírito = Corpo Mental), muda a frequência (estado de consciência), alterando-a para a mesma do plano astral onde pode usufruir as energias prânicas.

Essa descoincidência dos corpos pode ser milimétrica, mas geralmente o corpo astral fica próximo do corpo físico, boiando perto da cama.


Conceito de Projeciologia: (Latim: projectio, projeção; Grego: logos, tratado) - Ramo, subcampo ou especialidade da ciência Conscienciologia, que estuda as projeções energéticas da consciência e as projeções da própria consciência para fora do corpo humano, ou seja, das ações da consciência operando fora do estado de restringimento físico do cérebro e todo o corpo biológico. Além da experiência fora do corpo propriamente dita, a Projeciologia também investiga dezenas de fenômenos projeciológicos correlatos tais como: 
  • bilocação,
  • clarividência Viajora,
  • experiência da quase-morte (EQM),
  • precognição,
  • retrocognição,
  • telepatia e muitos outros. 
A Projeciologia constitui uma parte prática da Conscienciologia.

Conscienciologia: (Latim: conscientia; com conhecimento; Grego: logos, tratado) - Ciência que estuda a consciência (ego, alma, essência) em uma abordagem integrada, abrangente ou globalizante. Ou seja, estuda todos os seus instrumentos de manifestação (corpos), em todas as dimensões, com todas as suas energias, capacidades e atributos parapsíquicos lúcidos e cosmoéticos, muito além das investigações convencionais das demais ciências modernas.

O QUE É O CORPO ASTRAL?

Sinônimos: Alguns nomes dados ao corpo astral: Kâma Rupa (em sânscrito: kama = desejo; rupa = corpo), também conhecido como corpo de desejos, corpo emocional ou corpo astral; designa, na teosofia e em algumas correntes rosacrucianas, um dos princípios da constituição humana. Corpo da Alma, Perispírito (definição do Espiritismo, por Allan Kardec), corpo emocional, invólucro espiritual, Ka (egito), segundo corpo (parapsicologia), psicossoma (projeciologia e André Luiz), metassoma, modelo organizador biológico, modelador do corpo físico, fantasma (Sylvan Muldoon), Corpo Sutil, corpo invisível, corpo oculto, corpo luminoso, corpo flutuante, corpo gêmeo, cópia, corpo ígneo, corpo egoico, duplicata, corpo de energia, eu astral, segundo eu, corpo extrafísico, corpo sideral, corpo borboleta, corpo celestial, corpo brilhante, corpo da ressurreição, corpo espiritual (Paulo de Tarso), corpo extra, doppelgänger (alemanha), corpo fluídico (Leibnitz), Nephesh (cabala), Aerossoma II, paracorpo, corpo sutil, Ser Natural e tantos outros ...

Definição: Sede da Emoção, dos desejos (seres comandados pelas emoções são influenciadas por energias do meio onde vivem). Veículo da consciência que atua no Plano Astral (plano espiritual extra-físico), o corpo astral foi construído a partir da concepção, molécula por molécula, sendo uma duplicata perfeita nos mínimos detalhes.

Para-Anatomia do Corpo Astral: O Espírito tira o seu invólucro semi-material do fluido universal de cada globo, razão pela qual não é idêntico em todos os mundos. Passando de um mundo a outro, o Espírito muda de envoltório, como mudamos de roupa. Assim, quando os Espíritos que habitam mundos superiores vêm ao nosso meio, tomam um perispírito mais grosseiro.
Livro dos Espíritos - questão 94.

O perispírito, formado por substâncias químicas que transcendem a série estequiogenética (elemento genético) conhecida até agora pela ciência terrena, é aparelhagem de matéria rarefeita, alterando-se de acordo com o padrão vibratório do campo interno. Organismo delicado, com extremo poder plástico, modifica-se sob o comando do pensamento. É necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue conferir. Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante vestidura se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço. O progresso mental é o grande doador de renovação ao equipamento do espírito em qualquer plano de evolução.
O ROTEIRO - Emmanuel 1952

SOMA = CORPO FÍSICO.
PSICOSSOMA = CORPO ASTRAL + Perispírito

Do grego Psychké, alma, soma, corpo: Veículo da consciência que atua no plano extrafisico (plano astral).

Composição: Partículas elementares, campos eletromagnéticos e gravitacionais e fótons (partículas de luz). A rigor, o psicossoma é matéria astral; diretamente falando, apenas uma FORMA PENSAMENTO.

Densidade: O psicossoma (sede do corpo Mental) constitui condensador de energia cósmica da consciência, seja encarnada ou desencarnada. O CORDÃO ASTRAL serve como regulador da densidade da matéria astral; esta mesma densidade, por sua vez, regula a condensação, fluidez ou rarefação do psicossoma, estabelece sua órbita vibratória e permite a absorção da matéria sutil.

O psicossoma tem condição ímpar, por ser intermediário de dois veículos: pelo cordão de Prata, liga-se ao corpo físico, e pelo cordão de Ouro liga-se ao corpo Mental. Somente o psicossoma permite ao encarnado ou desencarnado sentir a atuação das correntes hidromagnéticas extrafísicas.

O psicossoma sobrevive à primeira e segunda morte (o descarte do corpo humano e do cordão Astral - cordão de prata).

A densidade do corpo astral (psicossoma) varia também de indivíduo para indivíduo; em Espíritos moralmente adiantados, é mais sutil e se aproxima da dos Espíritos elevados; nos espíritos inferiores, ao contrário, se aproxima da matéria, e é o que faz os Espíritos inferiores de baixa condição conservarem, por muito tempo, as ilusões da vida terrestre. A densidade psicossômica varia de acordo com a evolução do Espírito, ditando, então, seu peso e também sua luminosidade, pois quanto menor a densidade do corpo astral (psicossoma), menor seu peso e maior a luminosidade.

LUMINOSIDADE: Assim como muitas outras características, a luminosidade também desponta como característica particular de cada Espírito e seus condicionamentos morais evolutivos.

A intensidade da luz está na razão da pureza do Espírito: as menores imperfeições morais atenuam e enfraquecem a condição de luminosidade do Espírito.

Sabemos que quanto mais o Espírito evolui, naturalmente mais etérea e pura se torna sua condição vibracional energética. Uma vez que a energia, em diversos níveis vibracionais ou velocidade de movimento, produz luminosidade - dependendo da frequência em que se encontram operando - quanto mais evoluída uma entidade, maior será sua frequência vibracional e, por conseguinte, maior será sua luminosidade. Assim, uma entidade com pouca evolução terá uma menor frequência vibracional e uma menor luminosidade.

A luz irradiada por um Espírito será tanto mais viva quanto maior o seu adiantamento. Assim sendo, de alguma forma o Espírito é o seu próprio farol luminescente; verá, proporcionalmente, à intensidade da luz que produz, do que resulta que os Espíritos que não a produzem em grande capacidade se acham na obscuridade.

Note-se que a luz espiritual nada tem com a luz conhecida em física, a radiação eletromagnética. A luz emitida por fontes como lâmpadas fluorescentes ou de mercúrio, por exemplo, diante de uma presença espiritual, chega a parecer a mera claridade emitida por uma vela.

PENETRABILlDADE: Caso o Espírito apresente as necessárias condições mentais, a natureza etérea do corpo astral (psicossoma) permite que o Espírito atravesse qualquer barreira física, pois matéria alguma lhe opõe obstáculo; ele atravessa a todos, assim como a luz atravessa os corpos transparentes.

Todavia, verifiquemos que existem Espíritos que não conseguem atravessar alguns obstáculos, pelo simples motivo de não saberem que podem fazê-lo. A ignorância, ou até mesmo a incerteza, diminuem suas aptidões, potenciais e, conseqüentemente, seu poder de ação nas mais diversas áreas. Gabriel Delanne escreveu que "[...] Todos os corpos são porosos; não se tocando, suas moléculas podem dar passagem a um corpo estranho". Os acadêmicos de Florença tinham demonstrado este ponto fazendo violenta pressão sobre a água encerrada em uma esfera de ouro; ao fim de pouco tempo, via-se o líquido transudar por pequenas gotas na superfície da esfera. Verificamos, por esses diferentes exemplos, que a matéria pode atravessar a matéria. É preciso empregar a pressão ou calor para dilatar as substâncias que se quer fazer atravessar outras. Isso é possível e necessário porque as moléculas do corpo que atravessa, não adquirindo o grau suficiente de dilatação, ficam encerradas umas contra as outras. Mas se pusermos um estado da matéria em que as moléculas sejam muito menos aproximadas e eminentemente tênues, poderá ela atravessar todas as substâncias.

VISIBILIDADE: Aos olhos físicos, o corpo astral (psicossoma) é totalmente invisível; todavia, não o é para os Espíritos. No caso dos menos evoluídos, só percebem os seus pares, captando-lhes o aspecto geral. Já os Espíritos superiores podem perscrutar a intimidade perispiritual de desencarnados de menor grau de elevação, bem como a dos encarnados, observando-lhes as desarmonias e as necessidades. Mostram-no bem, por exemplo, os trabalhos de esclarecimento espiritual em que os Espíritos superiores responsáveis revelam, por meio dos dialogadores encarnados, a realidade do sofredor, conduzindo ao entendimento, auscultando seu corpo astral (psicossoma), e também as sessões de cura, em que os médicos espirituais detectam os sinais patológicos presentes no psicossoma do enfermo.

Finalmente, quanto à possibilidade de alguns médiuns videntes verem o corpo astral (psicossoma), muito raro são os que, em verdade, possuem as necessárias condições para distingui-lo, ainda que, eventualmente, entre as projeções que formam a aura.

TANGIBILlDADE: Sendo o corpo astral (psicossoma) também matéria, com o devido apoio ectoplásmico poderá se tornar materialmente tangível, no todo ou em parte. Esse fenômeno também é chamado de teleplastia; nele o corpo astral (psicossoma) do desencarnado ou até mesmo do encarnado se envolve, por assim dizer, com as condições energéticas do ambiente e de algum médium capaz de emprestar recursos energéticos através do duplo etérico, fomentando matéria necessária para revestir o corpo astral (psicossoma) com a energia necessária para o aparecimento.

"Sob a influência de certos médiuns, tem-se visto aparecerem mãos com todas as propriedades de mãos vivas, que, como estas, denotam calor, podem ser apalpadas, oferecem a resistência de um corpo sólido, agarram os circunstantes e, de súbito, se dissipam, quais sombras" (Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, cap. 1, II Parte, n. 57).

SENSIBILIDADE GLOBAL: Quando encarnado, o Espírito registra impressões exteriores por meio de vias especializadas, identificadas no corpo somático, e que compõem os órgãos dos sentidos; sem o corpo físico, sua capacidade de perceber se amplia extraordinariamente pois, livre das peias somáticas, a percepção do meio que o envolve já não depende dos canais nervosos materiais. O que acontece é uma espécie de registro global do corpo astral (psicossoma), ou seja, uma percepção que o Espírito realiza com todo o seu ser. Assim, vê, ouve e sente com o corpo espiritual inteiro; uma vez que as sedes dos sentidos não se encontram numa localização específica e limitada, que se observa no estado de encarnação, os sentidos e capacidades se ampliam.

Neste capítulo, ganham destaques os fenômenos chamados por nós de transposição de sentidos, que mostram a possibilidade de algumas pessoas mais sensíveis perceberem os estímulos por vias físicas totalmente impróprias para isso, explicando, assim, que a sensibilidade global do corpo astral (psicossoma) pode se exteriorizar mesmo estando o Espírito encarnado, ainda que em casos excepcionais.

SENSIBILIDADE MAGNÉTICA: Sendo o corpo astral (psicossoma) um campo de força a sustentar uma estrutura semi-material, apresenta-se impressionável pela ação magnética, sendo ele mesmo uma criação vibratória do Espírito.

Sabemos que somos criados pela mesma matéria, no seu sentido original; e essa matéria, que, em diferentes estados, dá origem a tudo, é energia pura. Sendo o corpo astral (psicossoma) também oriundo dessa matéria, que é o Fluido Cósmico Universal (FCU), o Espírito se torna suscetível às influências da energia ambiental que o envolve (psicosfera), e é essa propriedade que lhe permite absorver, assimilar e também transmitir a energia espiritual que capta ou recebe. A exemplo disso, temos o precioso processo do passe: o Espírito, acumulando energias e estimulando a sensibilidade do médium, conjuga suas forças com a deste, psíquicas e vitais, para a transmissão dos recursos de cura.

EXPANSIBILIDADE: Já nos diz Kardec, em O Livro dos Espíritos, na questão 400, “ ... o Espírito aspira incessantemente a libertação".

Entretanto, conforme suas condições, o corpo astral (psicossoma) pode se expandir, inclusive aumentando o campo de percepção sensorial. É a expansibilidade do corpo astral (psicossoma) que faculta o processo de emancipação da alma. Expandindo-se, o corpo astral (psicossoma) pode chegar a um estado inicial de desprendimento, em que a percepção se torna acentuadamente mais aguda, podendo, a partir daí, se for o caso, evoluir para o desdobramento, envolvendo outra propriedade do corpo astral (psicossoma), que é a biocorporeidade.

A expansibilidade psicossomática, aliás, está na base dos principais processos mediúnicos; por exemplo, é a exteriorização do psicossoma que permite ao vidente a captação da realidade espiritual; e também, graças a essa propriedade, é que se torna possível o contato corpo astral (psicossoma) a corpo astral (psicossoma), que marca o fenômeno chamado de incorporação, seja psicofonia ou psicografia.

BIOCORPOREIDADE: Termo criado pelo grande codificador Kardec, relacionando-o ao fenômeno de desdobramento. Embora de certa forma seja uma expressão mais adiantada da expansibilidade, define-se, particularmente, como uma notável faculdade do corpo astral (psicossoma) que possibilita, em condições especiais, o seu desdobramento. Poderíamos dizer, com muita cautela, "fazer-se em dois", no mesmo lugar ou em lugares diferentes.

É um processo que ainda chegaremos a descobrir com mais claridade. Mas graças a essa propriedade, o corpo astral (psicossoma) pode se apresentar biocorpóreo, ou seja, com um corpo igual ao físico da atualidade, fluídico, com maior ou menor densidade, mas suscetível de ser visto e até tocado, como acontece em muitos casos.

Fenômeno absolutamente natural, nos dizeres de Kardec: "...tal fenômeno, como todos os outros, se compreende na ordem dos fenômenos naturais, pois que decorre das propriedades do perispírito e de uma lei natural" (Obras Póstumas, pp. 56 e 57).

UNICIDADE: A estrutura psicossomática, como reflexo da alma que é, não é igual a outro corpo astral (psicossoma), como a rigor não existem almas idênticas.

Obviamente, no decorrer do processo evolutivo, diminuem as diferenças e cresce a harmonização entre as almas, sem que, entretanto, a individualidade deixe de ser preservada.

"A ideia do grande todo não implica, necessariamente, a fusão dos seres em um só. Um soldado que volta ao seu regimento entra em um todo coletivo, mas não deixa, por isso, de conservar sua individualidade. O mesmo se dá com as almas que entram no mundo dos Espíritos, que, para elas, é igualmente um todo coletivo: o todo universal" (Kardec, Allan. Iniciação Espírita. 13 Ed. Sobradinho, DF: Edicel, 1995, p 213. Trad. Caibar Schutel).

Nessa direção, está registrado em O Livro dos Espíritos, nas questões 149 a 152, que a alma sempre conserva sua individualidade, a refletir em seu perispírito (corpo astral = psicossoma).

MUTABILIDADE: No decorrer do processo evolutivo, se o corpo astral (perispírito) não é suscetível de se modificar no que se refere à sua substância, ele o é com relação à sua estrutura íntima e sua forma. Sabemos que, por meio da ação plastizante, o Espírito pode mudar seu aspecto, por exemplo; porém, tal fenômeno envolve apenas modificação transitória e superficial, sustentada transitoriamente pela mente.

Desde as formas dos seres antigos, até o homem e o anjo, uma longa escala é percorrida. E quanto mais progride a alma, através das sucessivas transformações, mais apurado vai se tornando seu veículo espiritual e, consequentemente, mais delicada a sua forma.

Poder-se-ia assentar que o desenvolvimento do corpo astral (psicossoma), através dos milênios incontáveis, passa, como formação rudimentar, pelo estágio vegetal, viaja pelo reino animal, como uma prato-estrutura psicossômica, chegando então à dimensão hominal como veículo elaborado, sensível e complexo, a refletir as próprias condições da alma que surge vitoriosa, tocada pelo Pensamento Divino.

O tempo, pois, constrói, com a evolução da alma neste e em outros mundos, a própria eterização do corpo astral (psicossoma).

O item 186 de O Livro dos Espíritos nos esclarece a respeito da condição do corpo astral (psicossoma) mais aperfeiçoado, que chega a confundir-se com a própria alma, como segue:

"Haverá mundos onde o Espírito, deixando de revestir corpos materiais, só tenha por envoltório o Perispírito?

R:- Há, e mesmo esse envoltório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse. Esse o estado dos Espíritos puros."

CAPACIDADE REFLETORA: O corpo espiritual, extensão da alma que é, reflete contínua e instantaneamente os estados mentais.

O corpo astral (psicossoma) é suscetível de refletir a glória ou viciação da mente. Por isso, a atividade mental nos marca o corpo astral (psicossoma), identificando nossa real posição evolutiva.

Todo pensamento encontra imediata ressonância na delicada tessitura perispiritual, produzindo dois tipos de efeitos:

1) gera na aura a sua imagem, conhecida hoje como forma-pensamento, variável de acordo com a carga emocional, inclusive sob o aspecto cromático, como demonstram técnicas e testemunhos incontestáveis;

2) dimensão física, influindo na fisiologia dos centros vitais, repercute nos sistemas nervoso, endócrino, sanguíneo e demais vias de sustentação do edifício celular, marcando-lhe o desempenho regular ou não, na economia vital.

ODOR: O corpo astral (psicossoma), a se refletir na aura, se caracteriza também por odor particular, facilmente perceptível pelos Espíritos.

A literatura mediúnica contém - em especial as obras de André Luiz - descrição de regiões infestadas de miasmas pestilentos, a exalarem odores tão fétidos que se tornam quase insuportáveis para os Espíritos mais sensíveis. Tais odores brotariam da podridão fluídica característica desses ambientes e, ao que se sabe, dos próprios corpos astrais (psicossomas) de seus habitantes.

Todas as criaturas vivem cercadas pelo seu próprio halo vital das energias que lhes vibram no íntimo do ser. Esse halo é constituído por partículas de força a se irradiarem por todos os lados e direções, de si para o ambiente, impressionando-nos o olfato de modo agradável ou desagradável, segundo a natureza do indivíduo que as irradia; cada criatura se caracteriza pela vibração, exalação que lhe é peculiar, aqui e em todos os mundos.

Em alguns trabalhos no campo do labor mediúnico e da fluido terapia, médiuns chegam a captar odores agradáveis ou não, indicativos, inclusive, da evolução dos Espíritos presentes. Odores esses que não se confundem com aqueles oriundos da manipulação ectoplásmica, e que chegam a impressionar uma assistência por inteiro, característica essa que nós mesmos já experimentamos na presença do dr. Bezerra de Menezes, em momentos de suas comunicações.

TEMPERATURA: Como, no desenvolvimento da atividade mediúnica, certos médiuns registram, por exemplo, uma espécie de gélido torpor, com a avizinhação de algum espírito sofredor, assim, também, o inverso quando um espírito superior trás a sensação de bem estar, junto uma temperatura agradável se faz presente.

Agente Modelador: O psicossoma não cresce; quem se modifica é o corpo físico, mas o psicossoma, por possuir uma memória, molda-se, celularmente, modificando-se junto como o corpo físico.

PESO: O peso do psicossoma é cerca de 1 milésimo do peso do corpo humano. Um corpo físico de 100 kilos terá 100 gramas aproximadamente, mas em média um corpo astral possui 70 gramas.

Força: O psicossoma projetado possui mais força mecânica do que quando acoplado ao físico.

Projeção: O psicossoma pode sai do corpo físico por qualquer parte, pelo lado, pelos pés, pela cabeça, pelas costas, nuca, testa, pelas mãos.

Sonambulismo extrafísico: É quando o psicossoma mantém uma atividade fora do corpo físico sem a participação efetiva do ego.

De acordo com a medicina esotérica essa é a anatomia do corpo astral:

1. Corpo Físico.
2. Duplo Etérico (ou Vital).
3. Corpo Astral (ou de Desejos).
4. Corpo Mental.
5. Corpo Causal (ou da Vontade; Alma Humana).
6. Consciência (ou Alma Divina)- Búdico.
7. Íntimo (ou Espírito) - Atmico.

O corpo Astral é uma cópia perfeita do corpo físico.

O QUE LIGA O CORPO FÍSICO AO CORPO ASTRAL?

Sinônimo: Cordão Astral, Cordão de Prata, cabo, fio, corda da vida, elo vital.

O corpo astral é ligado ao físico por um fio energético que tem espessura variável, de acordo com a distância entre os corpos: quando próximo, é da grossura da um dedo, aproximadamente; quando distante, assemelha-se a um fio de teia de aranha. Fica preso nas duas nucas (física e astral - paranuca), e o mais interessante é que ele não se enreda, mesmo que o corpo faça uma espiral no ar ou se misture com outros corpos projetados.

Para cada molécula do corpo físico existe uma molécula etérica e astral, na qual o cordão Astral está inserido com milhares de pequenos fios, unidos num único cabo astral, ligado à nuca. Nas projeções parciais, pode-se ver os apêndices que saem dos membros (pernas ou braços).

FUNÇÃO DO CORDÃO ASTRAL:

O Cordão de Prata exerce suas funções em três campos bem definidos:

Dentro do Corpo: É passivo quando recolhido, inativo; recolhido ele faz parte do duplo etérico.

Fora do Corpo: Quando se torna ativo ele tem cria uma faixa de atividade onde controla, manipula o corpo Astral (Psicossoma). Esta faixa é circular e periférica ao corpo físico e varia de 3, 4 até 6 metros de diâmetro.

Na faixa de atividade, o Cordão Astral tem a grossura de um dedo, aproximadamente.

Distante: Quando o corpo astral sai da faixa de atividade astral, o cordão astral vai perdendo sua espessura, ficando fino como uma linha, ou teia de aranha, quase imperceptível ao projetor. Mas não existe perigo de se romper, mesmo que atinja distâncias cósmicas.

MENTE CRIPTOCONSCIENTE:

(CONTROLADOR INCONSCIENTE DOS MOVIMENTOS DO CORPO ASTRAL):

Existe uma faixa de intensa atividade do cordão de prata sobre o corpo astral; justamente essa faixa e o controle da mente criptoconsciente é que controlam o corpo astral. Quando se projetar, o projetor deverá se afastar do corpo físico, SAINDO DESSA FAIXA DE ATIVIDADE; se conseguir, através da vontade mental, ordenar que o corpo se afaste e este obedecer, ele vai adquirir todos os movimentos do corpo astral.


Ela é quem controla todo o processo projetivo, essa mente é quem cuida do psicossoma fora do corpo, ela é quem manipula. Qualquer ocorrência anormal, ela se encarrega de retrair o cordão e encaixar novamente os corpos (acoplamento). Esta mente controladora faz parte do INCONSCIENTE.

FAIXA DE ATIVIDADE DO CORDÃO ASTRAL:

Quando o corpo astral decolar, em regra perto do corpo físico, estará cataléptico ou semi-cataléptico (paralitico). Enquanto estiver na horizontal (deitado no espaço acima ou ao lado do corpo), a tendência é apresentar este estado (Catalepsia Astral). Quando ele ficar de pé na vertical, poderá ou não apresentar dificuldades dos movimentos motores (braços, pernas, tronco e cabeça).

Segundo Sylvan Muldoon em seu livro Projeção do Corpo Astral, o corpo astral, ao ficar na horizontal, vai adquirindo os movimentos e o comando quando sai da faixa de atividade do Cordão Astral (parte amarela da figura ao lado).

Zona de Densidade Etérica: Nas proximidades do corpo físico, a densidade etérica é muito intensa, possui uma força atrativa forte sobre o corpo astral, essas densidades, provocam muito onirismo, e surge o que em Projeciologia chama-se HIPNAGOGIA (parte cinza da figura ao lado).

Voos Circulares: As saídas do corpo astral se caracterizam por saídas circulares, e o corpo astral gira captando energia astral, sempre obedecendo uma rotina misteriosa de uma mente interna, totalmente comandada pelo inconsciente. Esse giro acompanha a rotação do chakra responsável pela saída do corpo astral, geralmente o umbilical (esplênico), ou o frontal.

No caso das saídas pelo chakra frontal, são as que causam uma maior lucidez do corpo astral e produz viagens em esferas superiores. Já a saída pelos chakras inferiores possuem uma vibração baixa, levando o corpo astral a experiências infradimensionais, em zonas umbralinas, locais com pouca luz, crosta terrestre e, principalmente, de baixa lucidez; projeções pesadas, com muita densidade. Segundo estatísticas de alguns projeciologistas, é o tipo de projeção da grande maioria da população.

Fonte: http://www.espiritualismo.info/







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