quarta-feira, 8 de junho de 2011

Mistérios da Música



Ludwig van Beethoven, cujo rosto é um relâmpago, é ninguém menos que o Guardião do Templo da Música. Suas nove Sinfonias estão em íntima relação com as nove Esferas da Árvore da Vida da Cabala Hebraica.


A 3ª Sinfonia, a Heróica, está totalmente matizada com a influência de Binah, a terceira Sfira ou Esfera, que corresponde à Divina Mãe, ou às forças do Espírito Santo, o processo do nascimento e da morte. É mais evidente em seu segundo movimento lento, escrito em forma de marcha fúnebre, que expressa a missão do dar e do tirar a vida pela ação dos Anjos da Morte, chamados Pascoais, ou pascuala, em algumas regiões da América Latina.

Na 4ª Sinfonia se adverte o uso dos tímbales, que ativam os impulsos do Íntimo no coração, Chesed, o Júpiter Interno.

A força do Rigor, o Geburah, a quinta Esfera da Cabala, foi expressa por Beethoven em sua 5ª Sinfonia, o Destino batendo à nossa porta.

Tipheret, a Beleza... quem não vivenciou na maravilhosa 6ª Sinfonia dedicada à Natureza... quem escutar a 6ª Sinfonia com verdadeira atenção terá harmonizado as combinações mais sutis de sua própria natureza. É de uma grande ajuda para transformar nossa mentalidade lunar em uma mentalidade solar.

A apoteose da dança, como disse Wagner da 7ª Sinfonia, unifica nossa compreensão acerca da Esfera de Netzach, ou a Esfera de Vênus, a Deusa do Amor.

A 8ª Sinfonia expressa a Hod, a Esfera da Alta Magia e os processos da mente.

A 9ª Sinfonia, chamada A Coral por suas partes de coros, canta a Ode à Alegria, do grande poeta alemão Schiller, exalta os logros que se colhem na Nona Esfera ou o Yesod da Cabala.

Não é coisa de expressar com palavras, senão de escutar com o coração e com uma mentalidade solar unificada.

E para complementar estas informações entregues pelo VM Samael Aun Weor, transcrevemos um trecho do livro Biomúsica, de Fernando Salazar Bañol, que explica, sinteticamente, a influência das sinfonias beethovianas em nossas estruturas psicológicas.

As 9 Sinfonias de Beethoven e seu Equivalente Psicológico



Ludwig van Beethoven, célebre compositor de música erudita, por seu talento extraordinário foi elevado a um dos expoentes máximos dessa arte. Nasceu em 17/12/1770 e morreu em 26/03/1827.

No esoterismo crístico-gnóstico, sabemos que esse grande ser é considerado como um grande hierarca das regiões musicais celestiais (Esfera de Vênus, Mundo Causal). Cada uma de suas sinfonias foi idealizada para agir nas estruturas psicológicas mais íntimas do ser humano, enaltecendo os valores intrínsecos superlativos do homem.


1ª SINFONIA:

É a do "Gênesis Psicológico". Deve ser escutada para motivar-nos em tudo o que queremos iniciar.

2ª SINFONIA:

É a da "Revolução Psicológica". "Um complexo monstruoso, um horrível dragão ferido contorcendo-se, que se nega e expirar e, ainda que sangrando no final, segue revolvendo-se e dando golpes com a cauda para todos os lados" (Resenha publicada em maio de 1804, por Zeitung Für Die Elegante Wait, de Viena).

3ª SINFONIA

É a da "Busca do Equilíbrio". Deve ser ouvida para motivar-nos a sair dos estados de nervosismo excessivo, desânimo, descontrole, ansiedade, pessimismo.

4ª SINFONIA:

É a "Sinfonia do Amor". Nos motiva a sair dos estados de irritação, egoísmo, vingança e ódio.

5ª SINFONIA:

É a do "Destino do Homem". Nos estimula a traçar as estruturas do que queremos ser na vida, ou seja, a criar nosso destino.

6ª SINFONIA:

É a da "Heurística". Nos motiva a toda ação criadora, a todo movimento que tenda a solucionar problemas.

7ª SINFONIA:

A da "Exploração do Subconsciente". Para motivar a nossa própria auto-análise, o nosso estudo axiológico.

8ª SINFONIA:

É a da "Emancipação Psicológica".

Deve se escutá-la para motivar-nos à mudança, à transformação, à transvalorização.

9ª SINFONIA

É a da "Sublimação". Para motivar-nos a escalar os degraus dos sentimentos místicos, de espiritualidade, de devoção.

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A 10ª SINFONIA DE BEETHOVEN

O direito do público de conhecer o que poderia ter sido uma obra de um grande compositor foi o principal argumento do musicólogo inglês Barry Cooper para defender o trabalho de reconstrução de um trecho da 10ª Sinfonia de Beethoven. Cooper explicou o processo de pesquisa que o levou a terminar o primeiro movimento da obra, a partir de anotações originais do compositor em uma mesa redonda dentro da programação de cursos de verão da Universidade Complutense de Madri, na cidade de San Lorenzo del Escorial (a 50 km da capital). A principal discussão do evento foi a validade do trabalho de finalização de uma obra inacabada do gênio Ludwig van Beethoven.


Cooper, pesquisador e professor da Universidade de Aberdeen (Inglaterra), identificou, pela primeira vez, as anotações correspondentes ao que poderia ter sido o 1º Movimento da 10ª Sinfonia de Beethoven.

Fonte: http://www.gnosisonline.org/
           http://www.caminhosdeluz.org/







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