quinta-feira, 26 de maio de 2011

Conhecendo os chacras - Parte IX - Radiações Astrais

ASTROENERGÉTICA 

Astroenergética é a parte da biopsicoenergética que se ocupa das energias produzidas pelos astros e planetas. Embora o termo próprio e milenar fosse o de astrologia, a BPE (BioPsicoEnergética) apela a este novo vocábulo para caracterizar a ênfase energética do tema.

RADIAÇÕES ASTRAIS INFLUEM SOBRE O HOMEM

As radiações astrais, energias produzidas pelos astros e planetas, constituem objeto de estudo da biopsicoenergética. Tais energias influem diretamente sobre o corpo etérico humano, com repercussões posteriores na parte somática dos indivíduos. Neste artigo estudam-se também os "pulsos" energéticos dos vórtices, e os processos de deterioração das camadas etéricas - uma das causas do câncer.
No campo científico corrente são muito poucas as pesquisas publicadas sobre as energias astrais (fora das já comuns, que dizem respeito às radiações ultravioletas solares e outras, por exemplo). Trata-se sempre de estabelecer concretamente uma relação causa-efeito, possivelmente mensurável ou avaliável, de alguma maneira, através de aparatos ou instrumentos. A aparatologia científica atual surgiu como resultante de requisitos prévios e serve, portanto, às finalidades para as quais foi concebida; não é, pois, adequada para detectar ou investigar novos fenômenos ou processos que ocupam a mente dos pesquisadores. Estes últimos, seguindo a linha natural, irão, paulatinamente, formulando os novos requisitos que permitirão projetar, e finalmente construir os instrumentos adequados.

De qualquer forma, é preciso destacar, entre outras, as pesquisas no campo das energias planetárias desenvolvidas na Itália pelo professor Giuseppe Bonfante, desde há muitos anos. Concretamente, e de forma experimental, ele logrou detectar uma relação causa-efeito entre as radiações da Lua e sua incidência na estrutura do elemento químico Ag (prata), através de sucessivas observações ao microscópio da estrutura superficial do metal, para distintas fases do referido satélite natural. Sem dúvida, trabalhos como estes representam um grande passo, e levam ao reencontro da antiga alquimia, já que a mesma postulou, desde a mais remota antiguidade, tal vínculo. Talvez, com o mesmo critério, possam-se determinar, no futuro, as relações entre outros astros e elementos (Marte-ferro; Mercúrio-mercúrio; Sol-ouro; Saturno-chumbo; Vênus-cobre; etc.). 

Efeitos da energia astral

Sabe-se, por outro lado, que países altamente avançados tecnologicamente desenvolvem pesquisas astroenergéticas; mas como esse trabalho parece estar orientado para finalidades táticas, de segurança ou defesa, os passos e resultados são completamente secretos e, por conseguinte, inacessíveis a qualquer processo de informação.


Nessas circunstâncias, a BPE coloca algumas bases, resultantes de estudos e investigações aparatológicas, mas complementadas, às vezes, com o auxílio da percepção extra-sensorial.

Radiações astrais: sua repercussão no corpo etérico (Figura 1)


Todas as energias astrais produzem efeitos em seu plano homólogo que, no caso do ser humano, são diversas partes da estrutura do conjunto que se denominou "astral interno"; daí, por relação entre este conjunto e o corpo etérico, tem-se uma repercussão sobre este último. A inter-relação dá-se sempre por via dos vórtices (chacras) - neste caso, dos vórtices do astral interno para seus correspondentes do etérico.

Na Figura 1 ilustra-se, em "vista de corte", o conjunto das quatro camadas do corpo etérico, com os diferentes graus de densidade já mencionados em artigo anterior.

A camada mais interna, que é também a de maior grau de densidade relativa, interpenetra e excede o soma ou organismo; na zona final ou mais externa do etérico (camada nº 4) tem-se a substância (ou energética) perietérica ou "combustível".

As setas desenhadas na zona perietérica indicam o sentido com que chegam as energias externas em geral, e, neste caso, as astrais em particular, após serem transferidas pela estrutura do astral interno (aura).

Ilustra-se também, sempre em "corte", um vórtice qualquer. Na zona central aprecia-se uma linha quebrada, que é a canalização da energia externa que se vai refratando, sucessivamente, pelas mudanças de densidade, ao transpassar as diferentes camadas, até que, finalmente, chega, através do talo, até a zona ou ponto final de inervação. É preciso destacar que parte da energia se vai canalizando no trajeto pelas espirais helicoidais ou intravorticianas.

Pela forma de certo modo "estriada" com que as energias externas se mobilizam ou atuam dentro dos vórtices, denominou-se, a estes impulsos, "estriões".

Pelo que se pode verificar, os estriões possuem uma distinta velocidade de reiteração, ou, para dizer de outra forma, de valor de freqüência. Em cada vórtice pode-se dizer que existe uma certa "zona de ressonância" de frequências, ou de aceitação de distintas componentes astrais ou energias externas; e, em cada caso, a repercussão quanto à frequência dos referidos estriões varia.

Pulsos relacionados com os órgãos principais (Figura 2)


A determinação destes pulsos é resultado de prolongadas observações, e os valores dos pulsos ou estriões são básicos-promédios, dentro dos mais comuns ou "normais".


Dois pulsos ou estriões formam um ciclo; um deles produz um tipo de mobilização, e o outro, uma mobilização recíproca ou complementar. Dentro do ciclo total, cada pulso ou estrião ocupa, necessariamente, o mesmo lapso de tempo que o outro.

O mais alto valor de estriões, dentro dos ilustrados na Figura 2, é o da glândula pineal (por via do vórtice coronário), que é de 120 ciclos por segundo, aproximadamente; por outro lado, o valor mais baixo é o dos vórtices médios relacionados com o intestino delgado: 4 estriões por minuto.

Deterioração energética em casos de câncer

Também na terceira organização cerebral (coluna vertebral) verificam-se estriões. Tomando-se o caso dos estriões que se produzem no vórtice cardíaco, por exemplo, a quantidade variável entre 130 e 160 por minuto (termo médio) implica a metade deste valor para uma ação, e a outra metade para uma ação recíproca complementar, como já foi dito. Isto determina uma freqüência que oscila entre 65 e 80 ciclos (de 2 estriões cada um); e tendo-se em conta tudo que foi dito, pode-se inferir que as batidas cardíacas (movimentos de sístole e diástole) estariam "marcadas", respectivamente, por um e outro estrião sucessivo. No caso do vórtice cardíaco, os estriões possuem distinta duração, que é substancialmente igual à duração dos respectivos movimentos de sístole e diástole do coração. Assim, tanto os movimentos cardíacos como os das outras zonas (movimentos peristálticos, por exemplo), estariam regulados ou "marcados" - pelo menos em sua frequência e ritmo - por energias externas.

Os dados acima fornecidos podem ser úteis para orientar a etiologia de certas disfunções orgânicas, por exemplo.

Variações das densidades relativas das camadas do corpo etérico

Por variadas causas, tanto orgânicas corno externas ou de habitat, as camadas do corpo eletromagnético ou etérico podem sofrer alterações, não apenas em sua espessura, mas, também, em sua densidade relativa.


Como se indicou na Figura nº 1, as distintas camadas têm uma função prevalentemente "amortecedora", ou filtrante, das energias externas. Quando, por exemplo, diminui a densidade de alguma das camadas, as energias externas se projetam com excessivo impulso (por falta do devido amortecimento) ou, então, sem a devida seleção (por falta de filtragem), segundo de qual ou quais camadas se trate, podendo, também, ser uma combinação destes efeitos.

Como exemplo, a deterioração ou diminuição das duas camadas intermediárias (camadas 2 e 3 da Figura nº 1) é o que se pode apreciar em casos de câncer.

Em geral, pode-se afirmar que a diminuição da densidade relativa de uma ou mais camadas etéricas repercute negativamente no plano somático; pelo que as mesmas constituem uma espécie de envoltório protetor.

Deslocamento de vórtices (Figura nº 3)


Trata-se de uma anomalia funcional pela qual um vórtice determinado se desaloja de sua posição normal, orientando sua boca para uma outra zona do corpo etérico. Isto implica uma deformação do vórtice, e também uma alteração do caudal e do tipo de energia com que ele deve trabalhar.

Isto se observa principalmente nos casos em que um determinado vórtice opera decididamente de forma deficitária, e nem mesmo os vórtices auxiliares conseguem suprir, minimamente, a hipofunção do principal.

Em busca de outra fonte importante de absorção energética (dado que os aportes dos vórtices auxiliares não são suficientes), o vórtice principal se desloca dentro do campo próximo, e, se encontra uma energia substituta aproximada, fixa-se ali.

O resultado disso é uma operação com energia imprópria do vórtice deslocado, e, além disso, uma diminuição do fluxo ou caudal com que deve operar o vórtice bem aspectado.

Na Figura nº 3 dá-se um exemplo de vórtice de plexo solar deslocado em direção ao vórtice cardíaco.

A sintomatologia e repercussão no plano orgânico é variável, dependendo do grau de deslocamento e de absorção sobre o outro, assim como de que o processo seja mais ou menos estável ou intermitente.

Neste exemplo, é comum a manifestação de uma arritmia com um fundo de marcada hipovitalidade. Influência das radiações geradas no corpo etérico (Figuras 4 e 5)

No quadro da Figura 4 tem-se uma finalidade simplesmente enunciativa das ordens de frequências (ou longitudes de onda) das radiações que dizem respeito ao terceiro alimento existencial geradas por aparatos.


Trata-se de equipamentos desenvolvidos e testados pelo professor Livio Vinardi; alguns deles serão tratados mais extensamente em artigo próximo.

O quadro da Figura 5 refere-se, particularmente, à forma de onda dos campos ou radiações geradas por aparatos, e sua incidência observada. Estas formas de onda devem.ser relacionadas com a Figura 2. Por exemplo, a forma de onda tipo "dente de serra" seria a mais adequada para intervir mais intensamente nos vórtices coronário e da hipófise, com os valores de estriões indicados como ponto de partida, e variar sobre tais pautas a freqüência e a intensidade de campo dentro de limites razoáveis, buscando os melhores resultados e com o necessário auxílio e controle médico.

Concatenação dos planos somático etérico – perietérico - astral interno (Figura 6)

Trata-se de um esquema didático, embora aproximadamente real. Tem-se o etérico que interpenetra e excede soma ligeiramente, logo em seguida perietérico ou energia "combustível" e, na projeção mais externa, o campo egóico ou "astral interno". No detalhe à direita, observa-se a concatenação de um vórtice (o coronário) etérico, com seu correspondente no campo egóico.


Fonte: Lívio Vinardi - Planeta Especial -Energias da vida - Caderno Especial de Biopscoenergética








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